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IGREJA DA PENHA REVISITADA!
Fotos: Fabiano Rocha/jornal EXTRA de 29/12/2010
Nossa Senhora da Penha de França
No início do século XVII era então este lugar, hoje tão aprazível e poético, uma sesmaria erma e triste, onde uma flora exuberante e baldia abrigava uma fauna diversa e hostil, quando o Capitão Baltazar de Abreu Cardoso ia subindo o Penhasco (lugar elevado e rochoso), para ver a sua grande fazenda, quando de repente lhe aparece uma grande serpente prestes a atacá-lo. Inerte, só, incapaz de defender-se, acode-lhe uma visão de seus lábios irrompe a invocação: "Minha Nossa Senhora Valei-me". Nesse preciso momento surge um lagarto, inimigo das cobras. Travou-se uma luta mortífera entre os dois animais, Baltazar, por sua vez, não perdeu tempo e fugiu.
Depois de ter refeito as forças e ter respirado fundo, Baltazar, reconheceu que o aparecimento do lagarto se devia a uma intervenção protetora de Nossa Senhora, a quem ele tinha pedido socorro. Em reconhecimento por tão importante gesto maternal, Baltazar constrói uma pequena ermida com uma imagem de Nossa Senhora, a quem chamou de Nossa Senhora da Penha por se encontrar no alto do Penhasco.
Como a devoção a Nossa Senhora do Alto do Penhasco se foi espalhando e cada vez era maior o número dos fiéis que visitavam a imagem de Nossa Senhora, uns para agradecer e outros para pedir a sua proteção e intercessão, foi criada a Vem. Irmandade de Nossa Senhora da Penha e ampliada a ermida no ano de 1728, sendo também construído um campanário onde foram colocados dois pequenos sinos.
No ano de 1817 ia subindo a pedra um piedoso casal quando a esposa (Maria Barbosa) comentou com o marido que iria pedir a Nossa Senhora da Penha para interceder por eles para que Deus lhe concedesse um filho, visto que já estavam casados há alguns anos e não tinham a alegria de terem filhos.
Dona Maria Barbosa pediu, confiou e prometeu que, se tivesse um filho mandaria esculpir no duro granito do penhasco uma escadaria para facilitar o acesso dos devotos de Nossa Senhora da Penha ao Santuário.
No ano seguinte o casal era presenteado com um lindo filho e no ano de 1819 a escadaria estava feita conforme a temos hoje. São 382 degraus, mais ainda do que os números dos dias do ano, como muitos costumam acreditar.
No ano de 1870, foi demolida a ermida e construído em seu lugar, um novo templo: uma igreja com uma torre e novos sinos. Quando em 1900 foi submetida a nova reforma foram construídas as duas torres que hoje vemos colocados mais sinos.
Fonte: www.cot.org.br/igreja/ns-penha-da-franca.php
A FESTA DA PENHA (Rio de Janeiro)
Nas romarias da Penha o elemento predominante foi sempre o português. Desde o período colonial até hoje, a tradição tem sido mantida como uma recordação das festas congêneres da antiga metrópole, notando-se porém que os foliões aqui eram na generalidade filhos do continente.
A essas peregrinações anuais concorria apenas uma certa classe de portugueses incultos, de homens e mulheres destinados a trabalhos rudes, o que não impedia de ser a festa popular da mais útil e opulenta das nossas colônias.
Os brasileiros da localidade ou de pontos mais afastados associavam-se em parte aos folguedos, contribuíam para o culto, formando-se muitas vezes grupos em separado no arraial – já de portugueses entre si, já de nacionais.
O que cumpre acentuar é que a iniciativa, o aparato, o entusiasmo, a verdadeira característica (e por isso tem durado), não nos pertenciam.
A romaria da Penha era estrepitosa e alegre. Basta especificar a classe que fornecia os romeiros do primeiro plano para compreender-se que as profanações e os desvios não marcavam as intenções religiosas, que ficavam intactas.
A festa e a peregrinação tinham seus preâmbulos, seus comemorativos, dando margem a estabelecerem-se semelhanças com as nossas ou palpitantes diferenciações.
Com os repiques das novenas anunciavam-se os preparativos.
Antes mesmo, viam-se pelo mato lenhadores que, por mando dos festeiros, cortavam longas varas, despiam-lhes as folhas, aparelhavam para o fabrico das tendas e barracas, paus de bandeira e galhardetes, habituais aos festejos.
De nove dias com antecedência, porém, era que tudo se dispunha, se aprontava com a urgência precisa e o capricho reclamado pela pomposa romaria, cuja fama tradicional aumentava-lhe a influência.
Como por encanto o pitoresco arraial transformava-se; o garrido templo enfeitava-se com esplendor; era lavado em toda a sua extensão para realizarem-se promessas; e as casas dos romeiros, à esquerda da escadaria de pedra, começavam a receber trastes e objetos dos alugadores múltiplos, que obtinham as chaves por valiosos empenhos.
Na sacristia da formosa igreja o sacristão andava numa roda viva. Corria daqui para acolá, já atendendo aos portadores de promessas, já colocando em seus devidos lugares os milagres de cera, de ouro e de prata, as velas e painéis votivos que a gente da redondeza trazia nas vésperas do dia solene.
No arraial, de sol a sol, trabalhava-se sem tréguas, sem descanso. As barracas de comidas e bebidas como que brotavam da terra, surgiam umas após outras, debaixo das copadas mangueiras do terreiro e ao longo da estrada. Adornadas de bambinelas cobertas de aniagem, enfeitadas de folhas verdes, do teto balançavam escolhidas amostras dos gêneros em que negociavam, estendendo-se ao alto da estrada vistosos dísticos, que serviam de reclame ao povo miúdo.
De vez em quando, um molecote ou um preto velho, guiando um carro-de-bois, crescia na estrada, vindo trazer às barracas vinhos e comestíveis, magníficas frutas, ocupando o lugar de honra as saborosas melancias, abundantíssimas na localidade.
Bandeiras troféus, galhardetes, escudos de papelão pintado, porta-girândolas, arandelas e copinhos de cores contornando as árvores, era o que se via com profusão pasmosa, dando ao espetáculo um aspecto magnífico e sem igual nas demais festas.
À missa do domingo que precedia a romaria, homens, mulheres e crianças, cheios de fé, subiam de joelhos a escada estreita aspérrima da Penha, cumprindo sagrados votos feitos à miraculosa Virgem nas horas aflitas da moléstia, do perigo e do infortúnio.
Era belo ver-se a piedade daqueles tempos; comovia até às lágrimas aquela procissão de escravos e senhores, de deformados e infelizes, cada um com sua oferenda, povoando por longos dias os degraus de pedra que conduziam à casa de Deus, indo render graças à Senhora da Penha, porque lhes trouxera a serenidade nos sofrimentos e o remédio a seus males.
Eram tantos os que deixavam uma lembrança palpável de seu extraordinário poder!... Quantos quadros representando curas milagrosas, navios escapos ao naufrágio e centenas de outros prodígios lá estão para atestar que a ciência humana não vale uma sombra de confiança na misericórdia divina!...
A igreja conservava-se aberta dias inteiros, ao passo que outros preparativos para a romaria executavam-se na cidade e nas povoações circunvizinhas ou remotas.
Unido ao espírito altamente religioso, o elemento popular estava em cena do modo mais franco e significativo.
Em Inhaúma, na Pavuna, em Irajá, em Meriti, em Campo Grande, na Ilha do Governador, etc., os fazendeiros e suas famílias, os pequenos lavradores e os escravos suspiravam pela função.
Os pescadores amarravam à praia as suas canoas e faluas; os lanchões e os barcos a vapor achavam-se designados e os lindos cavalos de sela, ferrados e tratados, aguardavam o momento da viagem à Penha.
Com uma abóbada de esteiras novas os carros-de-bois descansavam nos terreiros o varal e a canga; e os moleques e meninos brincavam ensaiando-se para a jornada.
Na cidade, as vilas e cortiços andavam numa dobadoura. As Marias e os Manéis esqueciam-se das tinas de roupa e das carroças, tirando das arcas as arrecadas de ouro, que escovavam, e os uniformes brancos, que estendiam sobre cadeiras ou penduravam nas cordas para arejar.
Desde à véspera o movimento local fazia-se notar. Chegavam à Penha famílias da roça, as casas dos romeiros estavam repletas, os foguetes estouravam de instante a instante, e à noite a igrejinha embandeirada, iluminados a fachada e o gradil do mirante circular, avultava à léguas, refletindo na calva da rocha borboletas de luz, pousadas ou alígeras.
No almejado dia, logo ao amanhecer, em Maria Angu e Fazenda Grande, especialmente, desembarcavam inúmeras pessoas da cidade, turbilhões de roceiros tafulos, gente enfim para assistir à festa, trazer promessas, divertir-se. Da varanda aérea do templo o mais belo panorama desdobrava-se às vistas do espectador maravilhado, pois a variedade das cenas não tinha termo, cada qual mais original e interessante.
No mar as canoas e embarcações ligeiras desfloravam garbosas as ondas tranqüilas; os remos espelhavam ao sol rompendo d’água; os vivas e a foguetaria feriam o éter sonoro de cantigas; e os lenços brancos agitavam-se de uma para outra banda, ao alarido dos romeiros que saltavam em terra.
Nas estradas de rodagem, na rede dos caminhos, carros-de-bois rangiam, conduzindo famílias; lustrosas cavalgadas trotavam largo; caminheiros sem conta marchavam fatigados suarentos e empoeirados.
No Pedregulho e nas ruas mais próximas à passagem obrigada aos sítios da Penha, só se viam espectadores atentos ao desfilar dos romeiros, especialmente da portuguesada festiva que seguia da corte em carruagens enfeitadas, em carroções e andorinhas tiradas a duas parelhas, em cavalos magros e de aluguel.
- Viva a Penha!...Viva a Penha!...Eram as vozes que enchiam desde às nove horas as ruas da cidade, ao desconcerto de uma música importuna e continuada, ou à cadência de rabecas, violas e pandeiros acompanhando trovas populares.
Nisso aparecia uma andorinha a galope, guarnecida de apanhados de fazenda de cores, verdejante de folhagens, com os animais enfeitados de rosas de pano na cabeçada, conduzindo foliões de ambos os sexos, vestidos de branco, de chapéu de palha desabado e flamejante de fitas.
Os rapazes ostentavam a tiracolo enorme e pesado chifre chapeado de prata e cheio de vinho; no braço enfeitavam as clássicas roscas da romagem, secundados pelas rechonchudas e afogueadas Marias Rosas, que, adiantando-se, pendidas para fora, arrebatadas pela velocidade e juntando as mãos à boca, gritavam: - Viva a Penha!
E os foliões, de pé, agitando os braços, crescendo de todo o corpo, respondiam no mesmo diapasão: - Viva a Penha!
Mais de espaço, um, dois, três, muitos outros carros, aqui e além, partiam na mesma direção, molhando o Sor Zé ou o Sor Antônio a palavra vibrante com um gole da boa pinga, e as suas companheiras igualmente.
Em meio da excursão o entusiasmo atingia a seu auge, e o fadinho ou a caninha verde faziam-se ouvir, quebrando a monotonia da romagem.
E a rabeca e a viola, tangidas por mãos afeitas, davam o tom a descantes pátrios, sempre bonitos, apesar de incultos.
Ó minha canina berde,
Ó meu santo de padrão,
Por amor de uma menina
Fui cair no alçapão.
Cana berde salteada,
Salteada é mais bonita,
Pra cantar a cana berde
Não se quer folhos de chita.
Fui-me ao Porto, fui-me ao Minho,
De caminho para Braga,
Dizei-me, minha menina,
Que quereis qu’eu de lá traga.
Dos cercados as moças davam gostosas risadas, cochichavam, comentavam as toilettes; os meninos e os moleques atiravam olhares cobiçosos para as roscas, enquanto os patuscos, levantando a perna, galhofando, declamando, emborcavam os chifres que voltavam enxutos.
Solitário em seu pangaré, escanchado, apegando-se com freqüência ao Santo Antônio do selim, de quando em quando um romeiro atravessava a cena, com o mesmo vestuário e acessórios.
Pacato e despretensioso, as suas aspirações eram unicamente apercebidas pelos "vivas à Penha", que soltava raros, aos solavancos do cavalo tardo e desobediente.
A romaria era esplêndida...
Pelas duas horas da tarde, a festa estava em meio; os ranchos acampados nas ondulações vastas, à sombra das mangueiras.
Encostados às vendas e às barracas, foliões que apeavam das andorinhas e muitos dos que lá se achavam, preludiavam as suas toadas, suas danças nacionais, pulando logo após no caminho. E a cana-verde, a chama-rita, o fadinho, o vai-de-roda ferviam sapateados, não sendo dispensados os desafios graciosos e brejeiros.
O mulherio saracoteava, batia palmas a compasso, pinoteava com seus pares, alguns dos quais, um tanto chumbados, esfregavam as primas da viola, davam breu nas cordas da rabeca, palheteavam os cavaquinhos, recomeçando trovas e dançados, emendando a roda:
Chama-rita de meu peito,
Quem quer bem tem outro jeito...
Os comes e bebes em esteiras desdobrados sob os arvoredos, na relva e nas barracas, as saúdes amistosas trocadas nos círculos de famílias e peregrinos que se divertiam de modo mais calmo, difundiam-se pelo acampamento em regozijo, prolongando-se até mais tarde.
Os carros tirados por juntas de bois avançavam nas estradas trazendo festivos matutos. As crioulas baianas sambavam debaixo das mangueiras aromáticas e embandeiradas dos panos-da-costa que suspendiam aos galhos, e os veículos de toda a espécie sulcavam as trilhas com os impagáveis e entusiásticos protagonistas da jornada da Penha.
Finda a cerimônia religiosa da manhã, principiava a debandada. Os acampamentos levantavam-se progressivamente, e, pela tarde adiante, as andorinhas, os carros enfeitados e os cavaleiros caricatos faziam sua entrada na cidade, entre "vivas" e incrível alvoroço.
Cada romeiro empunhava o seu registo de Nossa Senhora da Penha, ostentando uma verônica pregada no peito de casaco branco.
No Arraial da Penha, por ocasião do Te-Deum, a nossa gente cantava ao largo as suas tiranas.
Trovadores dos sertões do Norte achavam-se naquelas paragens, muitos deles mulatos e crioulos escravos.
Aqui, era uma quadrinha improvisada à viola e alentada de ciúme:
Eu tomara me encontrá,
Com Manué Passarinho!...
Que quero cortar-lhe as asas,
Tocar-lhe fogo no ninho...
Mais longe, uma despedida, um debruçar d’alma no passado, um verso plangente e dolorido:
Vou-me embora, vou-me embora,
Como se foi a baleia,
Levo penas de dexá
Marocas na terra aeia
E lá para as bandas de São Cristóvão, montado num burro de carroça, estafado e manco, zabumbando-lhe com os calcanhares na barriga, sumindo-se na treva, o último Abencerrage, arrancando de dentro um – viva à Penha! – mastigava para distrair-se quadrinha simples e expressiva:
Dizes que viva Lamego,
Viva também Lameguinho,
E viva a terra do Porto
Onde se bebe o bom vinho.
Às cusparadas de fogo da locomotiva, a clássica romaria da Penha tem perdido parte de seu caráter devoto e de sua antiga influência.
Entretanto muitíssimos são ainda os romeiros que afrontam mesmo a pé, léguas e léguas de distância, no arriscado das matas, fiéis à tradição.
Como romaria popular é a única que ainda se conserva no Rio de Janeiro.
Representa no ideal o tipo de certos costumes coloniais, modificados nas províncias, outrora, quando o nativismo era uma virtude e este país o Brasil.
(MORAES FILHO, Melo. Festas e tradições populares do Brasil)
Fonte: www.jangadabrasil.com.br/outubro14/fe14100a.htm
CHAFARIZ DAS SARACURAS - Ipanema, Rio
Chafariz das Saracuras, de Mestre Valentim, na Praça General Osório, volta a ter ornamentos
Publicada em 13/06/2008 às 19h28m - O Globo Online
RIO - A secretaria municipal de Meio Ambiente concluiu a restauração e reinaugurou nesta sexta-feira o Chafariz das Saracuras, de autoria de Mestre Valentim, na Praça General Osório, em Ipanema. A obra, no valor de R$ 180 mil, devolveu ao monumento suas dimensões originais e seus ornamentos em bronze - tartarugas e saracuras - roubados em 2006.
Durante a inauguração, moradores e alunos da E. M. Marília de Dirceu participaram de oficinas educativas de incentivo à preservação ambiental e respeito ao patrimônio público e cultural. Técnicos da secretaria destacaram a importância de resgatar a memória da cidade através da conservação de monumentos como o Chafariz das Saracuras, obra do século XVIII que chega ao século XXI conforme criado por Valentim em 1795, uma verdadeira testemunha das transformações urbanas ocorridas no Rio de Janeiro.
Descobertas levaram à ampliação do projeto
Durante as obras, foram descobertas partes abaixo do nível do solo, cerca de 60 cm escondidos pelas sucessivas elevações da área urbana e, a existência de grandes blocos de pedra ainda intactos. Isso fez com que o projeto tivesse que ser ampliado para a restauração integral do monumento. A idéia inicial era apenas recuperar a bacia em cantaria e reparar os equipamentos elétricos e hidráulicos.
A nova proposta inclui a confecção de réplicas das peças roubadas anteriormente e a criação de peixes no local. O símbolo da coroa portuguesa em mármore de Lioz e as tartarugas e saracuras em cobre voltam a verter água e o deque sobre o espelho d'água foi removido para proteger as peças. O Chafariz das Saracuras poderá ser apreciado nos horários das 8h às 10h, das 12h às 14h e das 18h às 20h. A aeração da água é vista também como uma forma de impedir a formação de focos de mosquitos.
A história do chafariz
O Chafariz das Saracuras é uma obra do Mestre Valentim, feita em 1795, época do Brasil Colônia. Ela foi transferida em 1917, do Convento da Ajuda, no Centro, para a Praça General Osório, em Ipanema. A peça, utilizada pelas freiras para lavagem de roupas, louças e abastecimento do convento, foi tombada pelo IPHAN em 1938. Originalmente tinha a bacia de cantaria ornamentada por quatro tartarugas e quatro saracuras de bronze.
Em 1998, as tartarugas foram roubadas, o que levou a prefeitura a recompor o monumento com réplicas confeccionadas a partir de fotos das originais. Em 2006, em novo ataque, uma tartaruga e uma saracura foram roubadas. O restante dos ornamentos foram encontrados dentro de um saco, num canto escondido do jardim e foram encaminhados à guarda da Fundação Parques e Jardins.
* Matéria publicada no site www.oglobo.globo.com/rio/mat/2008/06/13/chafariz_das_saracuras_de_mestre_valentim_na_praca_general_osorio_volta_ter_ornamentos-546789828.asp
LANÇAMENTO DE LIVRO - C O N V I T E
Em parceria com o FÓRUM CULTURAL DA BAIXADA FLUMINENSE, comunicamos o lançamento do livro "UMA VIAGEM A IGUASSU ATRAVÉS DA CARTOGRAFIA", de autoria de Edson Ribeiro, membro fundador e pesquisador do AMIGOS DO PATRIMÔNIO CULTURAL FLUMINENSE, a ser realizado no sábado de 04 de dezembro de 2010, no Auditório do MERITI-PREVI, em Vilar dos Teles, São João de Meriti.
O evento contará com a realização de duas palestras e apresentações culturais por artístas da Baixada Fluminense. Enviaremos nos próximos dias os convites por e-mail. Solicitamos que ao recebê-los e puderem comparecer, por favor, envie-nos uma mensagem ou nos telefone confirmando presença.
Cordialmente,
Paulo Clarindo
AMIGOS DO PATRIMÔNIO CULTURAL FLUMINENSE
(21) 9765-6038 ou 2333-1412 ou 2656-9810
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